sábado, 13 de maio de 2017

Centenário das aparições de "Nossa Senhora de Fátima”: 1917-2017

O QUE É FÉ?

A primeira aparição da Virgem Maria

Os protagonistas dos eventos de Fátima são três crianças: *Lucia dos Santos de dez anos e seus primos Jacinta e Francisco Marto de sete de nove anos respectivamente.
Em 13 de maio de 1917, enquanto as crianças estão a pastorear com seu rebanho na Cova da Iria, Portugal, precedido por dois deslumbrante flashes de luz, aqui é sobre uma pequena colina verdejante uma Senhora mais brilhante que o Sol com voz suave e reconfortante diz:
"Não tenhais medo. Não quero causar mal".
Pergunta Lúcia: "De onde vens?"
"Venho do céu"
"O que você deseja?"
"Eu vim para pedir que venham aqui por seis meses consecutivos, no dia 13, há esta hora. Então direi quem eu sou e o que eu quero. Vou voltar aqui uma sétima vez novamente"
Pergunta Lucia: "Eu vou para o céu?"
"Sim"
"E a Jacinta?"
"Ela também"
"E o Francisco?"
"Ele, também, mas ele vai ter a recitar muitos rosários".
Lucia se lembrou de duas moças que tinham morrido recentemente:
"Maria Das Neves já está no céu?" (foi sua amiga falecida aos 16 anos)
"Sim."
"E Amelia?" (outra amiga falecida aos 18 anos)
"Permanecerá no Limbo, até o fim do mundo"
Pergunta Lucia: "Você sabe se a guerra termina em breve ou se dura muito tempo?" (aqui se fala da 1ª Guerra ocorrida de 1914 a 1918)
"Não sei ainda, antes de dizer o que quero".
A menina começa a falar:
"Você quer oferecer-vos a Deus, pronto para suportar todos os sofrimentos que Ele vai enviar, em reparação pelos pecados por que Ele está sendo ofendido e pretende obter a conversão dos pecadores?"
"Sim, queremos!"
"Então você terá que sofrer muito, mas a graça de Deus será seu conforto".
Lucia diz: "Em um momento quando a Senhora proferiu estas últimas palavras e abriu pela primeira vez as mãos, foi enviada uma luz tão brilhante, um tipo de reflexão que saiu e entrou no meu peito e nas profundezas da alma, deixando-nos ver Deus, mais claramente como nos vemos no melhor dos espelhos. 
Caímos de joelhos e repetimos: Santíssima Trindade, adoro-te. Meu Deus, eu te amo no Santíssimo Sacramento."
Depois de um tempo, a Senhora disse, "reze o terço todos os dias para alcançar a paz mundial e acabar com a guerra." Então a Senhora começou a subir e desapareceu em um céu que parecia abrir-se.

A aparição de junho

Em 13 de junho, na festa de Santo Antônio, houve a segunda aparição.
Lucia exclamou: "Já vimos o relâmpago, agora que apareça a Senhora!". Neste instante era seguida dos primos. A senhora apareceu com um vestido branco e com o Rosário na mão.
Lucia falou: "Foi-me ordenado que eu viesse aqui. Faça-me um favor e me diga o que quereis de mim?"
"Quero dizer-te para voltar aqui no décimo terceiro dia do mês que vem, para continuar a rezar o terço todos os dias para dizer a você, então, o que eu quero".
Lucia pediu a cura dos doentes, Nossa Senhora respondeu:
"Pela conversão vão sarar dentro de um ano!"
"Eu gostaria de pedir para nos levar para o céu"
"Sim, Jacinta e Francisco logo serão levados, mas você vai ficar por algum tempo ainda. Jesus quer te usar para tornar-me conhecida. Quer estabelecer devoção mundial ao meu Coração Imaculado. Para aqueles que o praticam promete salvação. Essas almas serão favorecidas por Deus, e como as flores serão colocadas por mim na frente de seu trono"
"Eu vou ficar sozinha aqui?"
"Não, mas não desanime, nunca te deixarei. Meu Coração Imaculado será o teu refúgio e o caminho a Deus".
Lucia relata: "Ao pronunciar estas palavras, ela abriu suas mãos e disse-nos, seguido de um reflexo da luz imensa, onde nos vimos como imerso em Deus. Na frente da palma da mão direita da Virgem havia um coração coroado de espinhos. Finalmente descobrimos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade."

A aparição de julho

Milhares de pessoas foram em 13 de julho na Cova da Iria ver os jovens falarem com Nossa Senhora. Agora as aparições públicas tornaram-se um fato. A notícia espalhou-se com grande rapidez e as crianças logo foram considerados apenas visionários ou loucos.
Ao meio dia, precedido pelo relampejo habitual, a Senhora apareceu...
"O que você quer de mim?"-perguntou a Lucia.
Responde a Senhora:
" Quero que voltes aqui no dia 13 do mês seguinte e que continues a rezar o terço todos os dias a nossa senhora do Rosário pela paz no mundo e o fim da guerra, porque só ela pode interceder em socorro"
"Eu gostaria de lhe pedir que nos diga quem és, para fazer milagre.
"Vêm todos os meses. Em outubro que direi quem sou e o que quero e vou fazer um milagre pra todo mundo ver para crer".
Para mais pedidos de perdões a aparência seria livre, deveis recitar o Rosário todos os dias com a família. "Oferecer sacrifícios pelos pecadores e dizer muitas vezes, especialmente cada vez que você faz alguns sacrifícios: Ó Jesus é por sua causa, para a conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria"
" Não quereis mais nada de mim?" – perguntou Lucia
"Não, eu não quero mais nada"
Aqueles que haviam participado tinham observado desta vez uma nuvem branca que tinha caído num carvalho, acompanhado de uma diminuição marcada da luz solar. A Mãe do Senhor naquele dia deu as crianças um segredo composto por três partes.
Explica Lucia: "Dizendo estas últimas palavras, a Senhora abriu as mãos novamente, como nos dois meses anteriores. Parecia que a reflexão penetrou a Terra e vi um mar de fogo. Imerso naquele fogo os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras, ou bronze, em forma humana, flutuando a conflagração, transportadas pelas chamas saindo de si mesmas, juntamente com nuvens de fumaça que caiam de todas as partes iguais em faíscas no grande incêndio, entre gritos e gemidos de dor e desespero muito horror e muito medo. Os demônios foram distinguidos pelas horríveis e assustadoras formas animais e desconhecidos ".
Estávamos assustados e como pedindo ajuda, nós levantamos nossos olhos a Nossa Senhora, que nos disse com bondade e tristeza: 
"Vistes do inferno onde as almas pecadores vão. Para salvá-los, o Senhor quer estabelecer na devoção mundial ao meu Coração Imaculado. Se fizeres o que te digo, muitas almas se salvarão e terão paz. A guerra vai acabar, mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI, começará algo pior. Quando virdes uma noite iluminada por uma luz desconhecida, sabe-se que este é o grande sinal que dará Deus, que em seguida é o castigo do mundo por seus muitos crimes, através da fome de guerra e perseguições contra a Igreja e o Santo Padre. Para evitar isso, virei pedir a consagração da Rússia ao meu imaculado coração e a comunhão de reparação nos primeiros sábados do mês. Se ouvirem meus pedidos a Rússia será convertida e haverá paz. Caso contrário espalhará seus erros pelo mundo, causando guerras e perseguições da igreja; muitos bons serão martirizados, o Santo Padre terá que sofrer muito; várias nações serão aniquiladas; finalmente, o meu Coração Imaculado triunfará. Consagrarei a Rússia para mim, que será convertida, e será concedido um período de paz para o mundo. Em Portugal o dogma da fé sempre estará presente...".
Neste ponto segue uma visão que é a terceira parte do segredo e que Lucia descreve desta forma: 
"Após as duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais acima um anjo com uma espada flamejante em sua mão esquerda; flamejante emitido chamas que pareciam ir incendiar o mundo, mas o esplendor que Nossa Senhora irradiando na direção apontando para a Terra com a mão direita, com uma voz forte disse: 
Penitência, penitência, penitência! E nós vimos uma luz imensa de Deus: "Algo parecido como as pessoas aparecem no espelho quando passam na frente do mesmo" um bispo vestido de branco "houve a impressão de que era o Santo Padre". Vários outros Bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas subiam uma montanha íngreme, em cima da qual havia uma grande cruz; o Santo Padre, antes de chegarmos lá, atravessou uma grande cidade meio-arruinada, com aflitos com dor e tristeza, ele rezou pelas almas dos cadáveres que conheceu em sua jornada. Indo para o topo da montanha, prostrou-se de joelhos aos pés da grande cruz um grupo de soldados disparou vários tiros e da mesma forma, morreu um após os outros Bispos, sacerdotes, religiosos, mulheres e homens. Sob os dois braços da Cruz havia dois anjos cada um com uma taça de cristal na mão, no qual eles coletaram o sangue dos mártires e com ele espargia as almas que se aproximavam de Deus."
A Virgem, após o aviso de "não diga isso a ninguém exceto a Francisco", concluiu: 
"\Quando rezares o Rosário, diga no final: 
Ó meu Jesus, perdoai os nossos pecados, salva do fogo do inferno, trazer todas as almas para o céu, especialmente aqueles que mais precisam de misericórdia".

Aparição de agosto

O quarto encontro com a Senhora é em 13 de agosto, outro lampejo forte, imediatamente seguido pelo aparecimento de uma nuvem branca desaparece rápido.
As crianças foram impedidas de ir ao local porque o prefeito da cidade com ideias anticlericais, transferiu o encontro próximo a Câmara Municipal. Mesmo com a proibição, tirava as crianças de sua ideia fixa. Não revelariam o segredo jamais, confiando na mãe de Jesus, mesmo com ameaças. O segredo não poderia ser revelado, porque Nossa Senhora pediu-lhes para não contar a ninguém. 
As crianças ficaram presas por dois dias e ameaçadas com tortura e até morte, mas elas estavam prontas para oferecer suas vidas para não trair as promessas feitas à Virgem Maria. No domingo seguinte, dia 19, as crianças tiveram uma surpresa inesperada: no vale de pastoreio, a Virgem Maria apareceu a eles, enquanto eles pastam o rebanho.
"O que queres de mim?", era a pergunta habitual que a Lucia fazia a Virgem.
"Quero que continues na Cova da Iria no dia 13 e reze o Rosário todos os dias. Na última semana eu vou fazer um milagre para que todos possam acreditar".
O que quereis que eu faça na Cova da Iria?"
Deve ser promovida uma Festa de Nossa Senhora do Rosário e que seja idealizada a construção de uma capela ".
"Eu gostaria de pedir a cura de alguns doentes..."
"Sim, alguns serão curados ainda este ano. Reze muito e faça sacrifícios para redimir os pecadores. e ore por eles".
Depois disso começou a subir para o céu na direção do leste e desapareceu de vista deles.

A aparição de setembro

Para a quinta aparição na Cova da Iria reuniu-se uma grande multidão de todo. a 13 de setembro. De repente, o Sol de luz intensa chega de leste para oeste. Maria começa a falar com os pastores:
"Continuem a rezar o terço para obter o fim da guerra. Em outubro também estará presente o Senhor, Nossa Senhora das Dores, Senhora do Carmelo, São José com o menino Jesus, abençoando o mundo. Deus está contente com os vossos sacrifícios”.
Lucia diz: "Rezei para pedir muitas coisas: a cura de alguns doentes, um surdo-mudo..."
"Sim, alguns vão se curar, outros não. Em outubro farei o milagre para que todos possam acreditar".
Tudo isto no momento do fim da visão da subida para o céu viu-se uma chuva interminável brilhante de pétalas que antes de atingir o chão desapareceu.

A última aparição em outubro

Outubro era o mês prometido por Nossa Senhora na Cova da Iria, porque a Virgem tinha mencionado especificamente em 13 de outubro, a data de sua última aparição. Havia ansiedade em ver o milagre que havia sido anunciado para essa data as crianças em nome da Mãe do Senhor.
Na manhã do dia 13, reuniu uma enorme multidão de locais vizinhos, Lisboa, Porto e Coimbra, e ainda enviados especiais nacionais e internacionais presumivelmente com sessenta a setenta mil pessoas aguardando o evento.
Começa a recitação do Rosário sob uma chuva forte. Lucia anunciou para notar-se um lampejo.
"Aí está ela! Lá está ela! "-grita a Lucia.
"O que quereis de mim?"-pergunta Lucia a Nossa Senhora
"Eu quero dizer que devem fazer neste local uma capela em meu nome, Nossa Senhora do Rosário e continuem a rezar o terço todos os dias. A guerra vai acabar e os soldados logo voltarão para suas casas"
"Eu tenho muitas coisas para perguntar em nome dos doentes e a conversão dos pecadores..."
"Alguns sim, outros não. Devem mudar e pedir perdão por seus pecados. Não ofender a Deus Nosso Senhor, que já está tão ofendido".
A Virgem, neste momento abriu as mãos e o reflexo da sua própria luz continuou a refletir-se no Sol. Movido por uma inspiração interior Lucia gritou para todos para olhar para o Sol e onde se via ao lado do Sol, São José e o Menino e Nossa Senhora vestida de branco, com manto azul.
São José e a Criança parecia abençoar o mundo com gestos em forma de cruz com a mão. Alguns momentos depois outra visão: o Senhor e Nossa Senhora que Lucia pensou ser nossa Senhora das Dores. O Senhor parecia abençoar o mundo, da mesma forma que São José. Finalmente, uma terceira visão segue: A Senhora era semelhante a nossa senhora do Monte Carmelo.
Todos por mais longe que estivessem foram capazes de testemunhar o grande milagre prometido por Nossa Senhora, o que foi chamado o Milagre do Sol. 
Eles viram a chuva que caia cessar e o disco solar como uma roda de fogo, projetava feixes de luz em todas as direções de cada cor, que iluminava as nuvens do céu e tudo na Terra reverberava sobre a imensa multidão. Houve uma pausa momentânea, e então novamente uma dança de luz, como um cata-vento incrível e belo. Mais uma parada e então, pela terceira vez, um fogo mais colorida e mais radiante do que nunca. Muitas pessoas tiveram a impressão de às vezes o Sol sair do firmamento causando uma mistura de temor e de terror, gritando a multidão: "Milagre! Milagre! ".
Quando tudo terminou, mesmo as roupas do presente, antes encharcada de água da chuva, estavam completamente secas. 
Na Cova da Iria a Senhora realmente tinha feito um grande milagre na frente de todos que poderiam acreditar e testemunhar, numa mensagem de misericórdia e salvação.
Mas continua a aparição: seguindo a Virgem que sobe lentamente no fundo da luz do Sol até se perder se perder de vista e aparece uma última visão: A Sagrada Família. 
À direita a Nossa Senhora com manto azul celeste com seu rosto mais brilhante que o Sol e com São José com o Menino Jesus abençoando o mundo em sinal da redenção.

* Lucia Santos, a que manteve o diálogo com a Nossa Senhora, nasceu em 22 de março de 1907 em Aljustrel, uma aldeia (vilarejo) de Fátima. Seus pais, Antonio e Maria dos Santos, tiveram seis filhos: Maria, Teresa, Manuel (o único filho da família), Glória, Carolina e finalmente Lucia. A família vivia da lavoura e morava em uma casa modesta.

Fotos Missa da Paróquia São Luiz Gonzaga, Bairro Jardim São Luiz, São Paulo



























segunda-feira, 8 de maio de 2017

A *Filatelia e os três selos do Final da Segunda Guerra na Europa em 8 de maio de 1945

A Vitória é uma alegria e a Guerra um grande absurdo!

Há algum momento da vida em que nos interessamos por coleções as mais variadas possíveis, de gibis, objetos quaisquer, miniaturas, louças de época, enfim uma gama imensa de coisas que nos entretêm por algum tempo e até se tornando uma mania de cada vez mais ir atrás de raridades, consumindo um tempo que de algum modo traz satisfação.

Houve um tempo que, trabalhando em multinacionais, as correspondências vinham direto para o setor em que trabalhava e assim comecei a amealhar selos sem muita pretensão e então resolvi agrupá-los por países.




Um engenheiro do setor industrial vendo essa “coleção” despretensiosa disse-me que iria dar-me 3 selos e gostaria que eu guardasse e zelasse como parte da história onde o Brasil esteve presente com a FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA.**







(Estas gravuras com os respectivos créditos assinados foram extraídas do Pinterest, havendo objeção poderemos retirá-las a qualquer momento)

Foi uma surpresa imensa, sendo selos brasileiros em comemoração ao final da guerra, que hoje completa 72 anos e representa a capitulação da Alemanha na 2ª Guerra Mundial e o final da Guerra na Europa, embora continuasse no Pacífico até a rendição do Japão em 2 de setembro de 1945 com o catastrófico ataque atômico em Hiroshima e Nagasaki, respectivamente em 6 e 9 de agosto de 1945!

Afinal, para que servem as guerras?


*Filatelia é o estudo, a pesquisa dos selos empregados na postagem dos mais diversos países.

**Força Expedicionária Brasileira-FEB
A FEB foi uma força expedicionária de cerca de 25.700 homens e mulheres organizadas pelo exército brasileiro e força aérea para lutar na Segunda Guerra Mundial ao lado de forças aliadas no Mediterrâneo. O Brasil foi a única nação sul-americana a enviar tropas para lutar na guerra.
A FEB lutou na Itália de setembro de 1944 a maio de 1945, enquanto a Marinha e força aérea também atuaram no Oceano Atlântico, a partir de 1942 até o final da guerra.

Durante os oito meses da campanha italiana, a Força Expedicionária Brasileira conseguiu levar 20.573 prisioneiros do Eixo, constituída de dois generais, 892 oficiais e 19.679 soldados do eixo de outras patentes, bem como libertar um número de regiões da Itália, da ocupação do Eixo no Mar Mediterrâneo, retornando ao Brasil em junho de 1945.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

O homem, esse ser “obsoleto” e suas máquinas “inteligentes”!

Será o rompimento das relações trabalhistas?

As relações de trabalho do homem para com o homem estão chegando ao fim, pois máquinas inteligentes já não precisam ser operadas por vários homens, por turnos de produção.

As máquinas irão agir por si, pensando em operar com altíssima produção e se necessário for, 24 horas por dia, sem interrupções por necessidades fisiológicas e sem sentir a estafa do esforço produtivo, podem ser abastecidas até em movimento!

Os contatos humanos já não são obrigatoriamente presenciais, cada vez mais nos distanciamos das pessoas e “conversamos em rede”, além de muitas transações.

Houve um momento histórico que a produção já estava em alta e as tecelagens inglesas antecipavam esse momento com novos equipamentos de produção em série. Disto surgiu o "ludismo" que foi um movimento da Revolução Industrial (na Inglaterra, entre 1811/12) que ia contra a mecanização do trabalho, ou seja, a substituição da mão de obra por máquinas. Adaptado aos dias atuais, o termo “ludita” identifica toda pessoa que se opõe à industrialização intensa ou a novas tecnologias.

No século vinte foi o auge industrial por máquinas operatrizes, a produção dependia do homem e a máquina. Essa produtividade era desenvolvida por tempos e métodos de produção onde o homem tirava rendimento da produção horária da capacidade da máquina que operava. A atividade produtiva estava condicionada ao controle da condição motora do homem!

Não se exigia alto conhecimento técnico para ser “operador de máquinas” e tudo era resumido em uma aritmética elementar e apertar dois únicos botões das máquinas, um verde para ligar e começar a produzir e outro vermelho para parar de produzir, em tempos regulares, como almoçar, tomar café ou terminar o turno e ir para casa “descansar o homem” para reiniciar no dia seguinte!

Essa era a lógica produtiva desde o inicio da Revolução Industrial do século 19 repassada para o século seguinte, mas que não satisfaz mais a produção contínua e sempre em alta de produtos de consumo, em vários seguimentos.

A demanda de produção atual e as relações conflitantes seguiram-se para outro caminho com o advento das “máquinas-cérebros” que começou a controlar as atividades humanas e aquilo que antes era aceito como regra de o homem direcionar a máquina. Aos poucos os papéis se invertem e a máquina no hodierno “manipula” o homem nos seus anseios e tudo está sendo dirigido por computadores que controlam máquinas e que se tornaram autômatos e autônomos e não precisam mais do homem para produzir!


Não é o fim da história, é o início de um novo conceito, e o “homem do poder detentor dos meios de produção” não necessita de “tantos homens” para que sejam feitos todos os trabalhos que necessitam “todos os homens” para sobrevivência, pois possuirá máquinas inteligentes de produção[1]!

Algo precisa ser idealizado, pois o limite já está sendo rompido nessas relações de trabalho e parece que “homens cegos” estão caminhando para o abismo que separa os homens que antes se reuniram em “guildas[2]” para fazerem tudo quanto necessário para a sobrevivência e hoje essa intermediação não é mais necessário e o trabalho continua rendendo subsídios e diferenças!

O que antes, com o aparecimento das máquinas industriais, foi idealizado para o controle do corpo físico para se produzir em alta escala, hoje tudo está direcionado ao controle da mente humana, exigindo-se a capacidade máxima de rendimento produtivo!

A cibernética e a robótica da atual revolução tecnológica detentora da informação centralizada, fará do homem comum mero expectador das transformações, pois "saber é poder" e poucos serão os detentores deste saber que demandará as necessidades humanas no planeta e fora dele!

Quem se alimentar e tiver as condições mínimas de sobrevivência, se dará por satisfeito no futuro! 





[1] "Estamos a bordo de uma revolução tecnológica que transformará fundamentalmente a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, alcance e complexidade, a transformação será diferente de qualquer coisa que o ser humano tenha experimentado antes". (Klaus Schwab, autor do livro A Quarta Revolução Industrial).

[2] Guildas, primeiras organizações  de artesãos de um mesmo ramo. Eram pessoas que desenvolviam a mesma atividade profissional que procuravam garantir os interesses desta classe e regulamentar a profissão.

terça-feira, 2 de maio de 2017

O CORPORATIVISMO DO IMPOSTO SINDICAL

A receita financeira de quase 17 mil sindicatos no Brasil, somando-se ainda 13 centrais sindicais e algumas federações que forma a sustentação de sindicalistas “pelegos”, sendo que a estrutura deve ser provida apenas pelos seus adeptos filiados, não toda a classe trabalhadora!


História

A contribuição sindical foi instituída pela Constituição de 1937, conferindo aos sindicatos o poder de impor contribuições e exercer funções delegadas do poder público. Em 1940, através de decreto-lei, essa contribuição foi denominada de imposto sindical e estabeleceu, entre outros, a época do recolhimento pelas empresas e indicou o percentual a ser distribuído pelos sindicatos às entidades de grau superior. A Constituição de 1988 preservou a contribuição sindical compulsória, mantendo assim a principal fonte de recursos dos sindicatos.

Atualmente, os recursos da contribuição sindical são distribuídos da seguinte forma:

60% para os sindicatos, 

15% para as federações, 

5% para as confederações, 

10% para as centrais sindicais 

10% para a "Conta Especial Emprego e Salário".

Os empregados são obrigados a pagar a contribuição uma vez ao ano, sendo o valor correspondente a um dia normal de trabalho, sem inclusão de horas extras. Os trabalhadores autônomos e profissionais liberais deverão descontar a contribuição de 30% do maior valor de referência fixado pelo Executivo na época do pagamento. Para os empregadores, o pagamento do imposto é proporcional ao capital social da empresa, registrado nas respectivas juntas comercias ou órgãos equivalentes

Esse “imposto sindical” foi “imposto” ao trabalhador pelo Estado Novo de Getúlio Vargas e reforçado em 1943, na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) quando era o Ministro do Trabalho Alexandre Marcondes Machado Filho, onde o slogan da época  era “Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado”.
Criou-se uma estrutura sindical corporativista, dependente e atrelada ao Estado, inspirada nas estruturas da “Carta del Lavoro” (Carta do Trabalho) do fascismo italiano de Mussolini, fundamentos para a fundação dos sindicatos oficiais e a criação do imposto sindical!
A Constituição da época incorporou ao sistema jurídico o corporativismo italiano, com modificações próximas aos trópicos da América do Sul, que era constituir os sindicatos atrelados ao controle do Estado e tendo atuação da massa trabalhadora em colaboração com ações do Estado brasileiro.
A liberdade de ação depende do rompimento com o paternalismo do Estado, que manipula como moeda de troca seus interesses no controle da direção sindical!


terça-feira, 25 de abril de 2017

Os feirantes mais antigos do Bairro Jardim São Luiz, quiçá de São Paulo, na ativa!

Uma homenagem justa!

Uma matrícula da Prefeitura de São Paulo, datada de 1959, dava autorização para comercializar nas feiras livres da cidade ao casal Rosa e Agostinho Teixeira e que permanecem por 58 anos na ativa!!!
MATRÍCULA DE 1959


Houve um tempo de adaptação antes desta data, quando as feiras eram ainda na antiga Rua 2, hoje Rua Satulnino do Oliveira e se prolongava até o início “escadão” da igreja São Luiz Gonzaga. Eram tempos difíceis para os pioneiros que ousaram enfrentar as adversidades do local, mas nunca esmoreceram, haja visto que hoje o bairro (não o distrito!) Jardim São Luiz têm uma população de mais de 100 mil habitantes, onde muitos são descendentes daqueles que fizeram parte dessa “dinastia de desbravadores”.


Dona Rosa e seu Agostinho Teixeira, portugueses de origem, vieram jovens para o Brasil e labutaram com afinco de “sol a sol” em uma das chácaras que havia no bairro aonde chegaram em 1950 e pode-se dizer que foram os últimos a conseguir com plantio próprio de hortaliças levar adiante um ideal passado às novas gerações.

Continuam na lida diária com as bancas de verduras as quartas feiras e domingos no Jardim São Luiz. Os feirantes sabem desses dois símbolos e chamam a nonagenária de Rosinha. 
DONA ROSA NA LIDA!

Ela foi o baluarte para a continuação da feira livre na atual Rua Arraial dos Couros quando havia uma corrente que queria deslocar a feira para a Rua Paulo Lemore, na entrada do Jardim Celeste.

Muitos foram para a Câmara Municipal de São Paulo com abaixo assinado de mais de 1500 assinaturas para que a feira permanecesse onde antes era o “Feirão Coberto” idealizado pelo Prefeito Faria Lima.

Deu resultado e a grande conquista da população partiu de Dona Rosa, pessoa franzina, mas um verdadeiro gigante e a melhor representação desse momento, dando entrevistas naquele momento, mesmo que fosse de pouca conversa, preferindo o trabalho como regra!

São ambos exemplos de perseverança e além do carinho merecido que recebem da população deveriam ser homenageados com todos os louvores possíveis em reconhecimento pela história jardinense!

O adeus de seu Agostinho Teixeira

Esse material foi exposto nas redes sociais em 05 de abril de 2017, requerendo uma homenagem ao casal pela honradez e em trabalho contínuo nas feiras livres paulistanas.

Infelizmente não é mais possível homenagear seu Agostinho Teixeira, um baluarte pelo crescimento do bairro Jardim São Luiz, deixando seu nome gravado como um dos grandes responsáveis pelas construções das igrejas antigas e da atual da Paróquia São Luiz Gonzaga. Seu Agostinho partiu para a eternidade em 13 de abril de 2017, na “Quinta-feira Santa”, no dia da Instituição da Eucaristia por Cristo, sendo assim “homenageado” pelos Céus!

segunda-feira, 10 de abril de 2017

O atraso educacional começa em suas secretarias escolares arcaicas!

Qual o modelo a seguir, quando não há exemplo algum dos “modeladores”?

Hoje fui a uma escola estadual requerer o histórico de minha filha. Parece que as reformas educacionais precisam começar pelas secretarias, pois o sistema é antigo com registros de alunos em livros surrados e amarelados com folhas se desfazendo, nada informatizado!
Quando você requer algum documento há o modelo de “sempre estar faltando algo”, para dificultar e prolongar o tempo de procura naquele sistema sem vontade alguma.
Dá um tédio ver toda aquela “burro-cracia”!
A sala de atendimento ao público (pais, alunos) parece àqueles escritórios contábeis do século passado como pilhas e pilhas de livros escriturários que devem estar ali empoeirados há muito tempo, sem função alguma nas mesas onde se esconde algo ou demonstra inabilidade do setor em promover com eficiência qualquer demanda exigida!
Foi-se o tempo da enganação, mas depois de muita conversa, disseram-me que o prontuário da aluna havia sido retirado de lugar e, então ganhei um papel escrito à mão de quem iria fazer “este favor” de procurar o histórico que requeri.
Saí da escola sem resolver nada, deixando para trás o atraso demonstrado em mesas surradas e desgastadas por pilhas de papéis onde se esconde alguém a mastigar bolachas sem se importar muito com o “importuno requerente intruso” que se encosta no balcão com uma grade de ferro à frente do rosto tal qual uma prisão onde pelo visto nada será mudado, pois interessa este atraso de nada mudar para nada funcionar!!!
Detalhe: não resolvi nada e voltei para casa sem nada para voltar outro dia sem previsão também de nada!!!


quinta-feira, 6 de abril de 2017

REGRA DE OURO DE TODAS AS RELIGIÕES: “Amai-vos Uns aos Outros”!

Tolerar ou viver em harmonia com as diferenças?

Quando temos divergências de pensamento ou acreditamos estarmos mais próximos da verdade, pode estar nesse ponto o nosso engano.

Quando não controlamos o nosso intimo e afloramos toda nossa fúria em um julgamento daquilo que pouco se conhece, contribuímos para desavenças e até uma imaturidade de julgamento e critica dos quais não pactuam como as crenças vigorantes!

Quando provocamos acinte com situações embaraçosas e divergências, sabemos de antemão que forças contrárias podem reagir em ação e reação do momento acalorado!
Quando a ira traz a discórdia ao ambiente e uma atmosfera de conflito, rompendo a unidade promovendo cismas

FAZEMOS CITAÇÕES DO EVANGELHO DO NOVO TESTAMENTO DE JESUS, POR TERMOS FAMILIARIDADE DO ESTUDO COM A DOUTRINA, NÃO DISCRIMINANDO OUTRAS DOUTRINAS, SABENDO DE SUAS IMPORTÂNCIAS NO SEIO DESTE “RELIGAR” A TERRA COM O CÉU!

"Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar".Tiago 1:19

“Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”. Efésios 4:1-3.

“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós; acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição”. Colossenses 3:12 - 14.

“Porque, sendo vós sensatos, de boa mente tolerais os insensatos”. 2 Coríntios 11:19.

“Portanto, tudo que quereis que os homens vos façam, fazei-o também a eles”. Mateus 7:12 (Sermão da Montanha)

“Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus.” Mateus 5: 44

"Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê". 1 João 4:20

Citamos também outros preceitos dignos de louvor saindo de Livros Sagrados de outras religiões onde é aplicada a Regra de Ouro.

Todas as religiões possuem a grande missão de ofertar o tratamento mais digno possível de respeito em busca da harmonia entre todos os povos sem sectarismo, fundamentalismos, ou discórdias que levem ao preconceito em todos os sentidos.

Zoroastrismo (Cerca de 660 - 583 a.C.)
Um caráter só é bom quando não faz a outros aquilo que não é bom para ele mesmo. − Dadistan-i-Dinik 94:5

Budismo (Cerca de 563 - 483 a.C.)
Não atormentes o próximo com aquilo que te aflige. − Udana-Varga 5:18

Confucionismo (Cerca de 551 - 479 a.C.)
"Não faça aos outros o que você não quer que façam a você" Analectos 12.2 e 15.24

Hinduísmo (Cerca de 300 a.C.)
"Este é o supremo dever: não faças aos outros o que poderia causar dor se te fosse feito a ti" Mahabharata 5:15:17.

Judaísmo (Cerca de 200 d.C.)
O que é odioso para ti, não o faças ao próximo. Esta é a lei toda, o resto é comentário. − Talmude, Shabbat 31ª

Islamismo (Cerca de 570 - 632 d.C.)
Nenhum de nós é crente até que deseje para seu irmão aquilo que deseja para si mesmo. – Sunnah

As várias religiões de berço africano que foram difundidas no Brasil tem no seu fundamento o mesmo preceito de caridade ao próximo e seguem as raízes que saíram da África.

A Regra de Ouro tem no seio desta questão o efeito da ética da reciprocidade no tratamento ao semelhante como a si próprio, sendo um compromisso com os outros.

O QUE DEVERIA UNIR!

Religare: Com todas as maneiras existentes para os homens comunicarem-se parece que aquilo que deveria unir em irmandade é o que mais os afastam por dogmas elaboradas por uma ordem de algum preceito observado ao longo do tempo.

TOLERÂNCIA?

Tolerar: Sofrer o que não deveríamos permitir ou o que não nos atrevemos a impedir.
Vemos muito em voga na atualidade debates, encontros, ou outras designações para criar mesas que parecem estar no controle dos estudos sobre o tema que sempre aparece como força da divisão entre religiões: “Intolerância Religiosa”.

Não entraremos no cerne da questão que sempre se encontrarem contendores a altura do tema. Apenas colocamos que o termo “intolerância” é por si algo que distância aquilo que deveria ter aproximação, pois todas determinam a caridade ao próximo e o amor ao mesmo!

Não é necessário que as religiões que possuam maior número de adeptos se sobressaia sobre as demais e seja aqueles que devem “tolerar” o irmão de outro preceito.

Tolerar irmãos não, mas amá-los como a Regra de Ouro”!

VERBOS

Os verbos possuem conotações próprias e devem ser escolhidos para que o “sujeito da oração” esteja próximo de suas pretensões humanas!

Suportai-vos: Ter sobre si. Aguentar. Estar à prova de.

Aceitai-vos:(latim accepto, -are, aceitar, receber)Receber o que é oferecido. Estar conforme com. Receber com agrado.

Ofertai-vos: Dar como oferta. Oferecer.

(Dicionário Priberam da Língua Portuguesa 2008-2013, consultado em 30-03-2017)


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Bancos, o maior símbolo capitalista!

Bancar é um jogo, onde quem banca nunca perde!

Falam os especialistas e estudiosos que o maior símbolo do capitalismo é a cidade, a estrutura urbana. Por muito tempo pensei ser, mas hoje penso que esse símbolo maior é o banco, não o de sentar, mas o do acúmulo financeiro!

Banco não produz nada, movimenta seu parco dinheiro para financiar alguém e recebe algum beneficio por isso!

É agiotagem legalizada, a usura perfeita, não há pecado, somente lucro!

Não há no mundo nada mais rentável do que um banco, nada!

 Uma vez um empresário industrial, disse que se fosse mais novo não iria mais construir indústrias, mas fundar bancos, pois era muito mais rentável!

Quando um correntista tem um saldo bancário é o banco que lhe impõe limites de saque de sua conta! O limite de saque de uma conta é o dinheiro disponível do dono desse fundo, que é o correntista que sustenta o banco, não é o banco que tem que impor limites, o limite é o saldo que há na conta!!! Se há $1000,00 reais na conta esse é o limite de saque, se há $10.000,00 esse é o limite, pois o banco não banca dinheiro extra de quem não tem dinheiro sem cobrar juros!

As máquinas estão programadas para controlar aquilo que te pertence.

O banco só empresta para quem tenha algo para hipotecar, nunca empresta dinheiro para quem não tem dinheiro!!!

sábado, 25 de março de 2017

Ansiedade!

Será que ansioso é:

Quando você sai atrasado e culpa todo mundo do seu atraso?
Quando o farol do semáforo abre e você toca a mão na buzina no “milionésimo” instante da abertura?
Quando a fila do supermercado ou banco não anda com a velocidade que você queria?
Quando você vai para porta de saída do ônibus atrapalhar todos que descem antes de você?
Quando você quer respostas imediatas para os seus problemas cotidianos?
Quando você, em sua pressa no trabalho, não retira do caminho aquilo que atrasa teu desempenho?
Quando o lugar que você toma café ou almoça não te atende de imediato e você se zanga?
Quando teu serviço atrasa porque você não avisou que faltava material?
Quando tudo ao seu redor parece conspirar contra você e que és o único certo na sua avaliação?
Quando você não colabora para o serviço andar com mais rapidez?
Quando você quer a “comidinha quentinha no prato”, mas nem coloca o prato na mesa?
Quando você acha que todos à sua volta têm que te servir?
Quando você interfere em conversa alheia, mas que não foi chamado para opinar?
Quando você só quer falar, mas não quer escutar?
Quando a escola de seu filho faz reunião e a mesma nunca termina?
Quando você vai ao culto religioso e ele parece não ter fim?
Quando você tem pressa com os outros, mas não se apressa consigo mesmo para servir os outros?
Quando você pensa que o único que trabalha nesta vida é você?
Quando você é o único certo e os a sua volta não entendem nada e estão sempre errados?
Quando tua pressa é bem maior que o tempo necessário para se concretizar um objetivo?
Quando esperar causa-te grande angústia desnecessária em saber logo a resposta?
Quando “o ansioso a sua volta” são os outros?
Quando você precisa ir ao médico, mas não vai, porque doentes são os outros?
Quando o único culpado do que acontece com você pode ser você mesmo?
Quando tudo parece conspirar contra você?


“Anseio” em saber se há outros questionamentos e várias respostas, será que estou doente?!!!